Bom dia!

setembro 5, 2010

Toda vez que me deparo com uma folha em branco acontece um estranhamento. Acontece uma vontade de preenchê-la e sentir a caneta deslizar, o prazer das palavras se conjugando.

É uma necessidade de desabafo, de comunicação, é a vontade de escrever um cumprimento em tudo: bom-dia. Lindo, não é? Duas palavras que são pura gentileza.

Bons dias esparramados pelo papel. É a minha necessidade de comunicação.

Escrevo um cumprimento – curta renovação de esperança. É uma promessa que se entrega com um sorriso. É a própria melodia do sorriso.

Para que seu dia seja bom: Bom dia.


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