Onde a dignidade se faz

outubro 21, 2012

Existem ações que emprestam dignidade ao ser humano. Cozinhar o próprio alimento e lavar as próprias roupas. Se dermos um passo além, digno é aquele que planta o próprio alimento e costura as próprias roupas.

Dignidade está muito ligado a seriedade. E seriedade a um semblante fechado. E semblante fechado a mau-humor e agressividade.

Pois eu acho o sorriso muito digno e a agressividade  e o mau-humor indiscriminados sinais de destempero.

Há muito dignidade na fala mansa e no abraço acolhedor. Há dignidade no sorriso sincero.

(Não há grandes formas para a dignidade, há atos. )

Há dignidade em fazer o bem – o que é o bem? -, onde quer que se encontre. Há dignidade em saber o valor das coisas. Há dignidade em saber o valor da vida.

 

Há dignidade também em esbanjar: há dignidade em esbanjar alegria e afeto.

 

 

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Bom dia!

setembro 5, 2010

Toda vez que me deparo com uma folha em branco acontece um estranhamento. Acontece uma vontade de preenchê-la e sentir a caneta deslizar, o prazer das palavras se conjugando.

É uma necessidade de desabafo, de comunicação, é a vontade de escrever um cumprimento em tudo: bom-dia. Lindo, não é? Duas palavras que são pura gentileza.

Bons dias esparramados pelo papel. É a minha necessidade de comunicação.

Escrevo um cumprimento – curta renovação de esperança. É uma promessa que se entrega com um sorriso. É a própria melodia do sorriso.

Para que seu dia seja bom: Bom dia.


Seja mais feliz: dançe!

maio 31, 2009

Todos deveriam dançar.
Deveriam ouvir mais música, assistir a mais apresentações de dança, deixar envolver-se pela música, embalar-se pelo som, pelo ritmo, pelo desejo do corpo.
“Dance sem saber dançar”, diz a música. Dançar prescinde de saberes. Dançar é libido, é respiração, é leveza.
“Dance como se ninguém estivesse olhando” diz, sabiamente, a camiseta de um passante. Dance quando ninguém estiver dançando. Incite alguém a dançar; invente um passo fácil e espalhe alegria por ai.
Dance para explorar todas as possibilidades do seu corpo. Dance como quem conta uma história com os braços, com os pés, com os cabelos. Dance como quem se liberta. Dance para celebrar a alegria de estar vivo. Dance para ser mais feliz.


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