Envelope

maio 13, 2013

Eu enviava cartas. Escrevi histórias e aguardei respostas, que nem sempre vinham. Desse tempo, dessas esperas, não sei precisar o que ficou, exceto um certo orgulho – estúpido, como todos – que sinto ao redescobrir que ainda sei preencher um envelope.

Hoje envio cartas sem remetentes, para não mais aguardar respostas.


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