Sobre mim ou uma não retrospectiva de 2010

Fiz uma pequena lista de retrospectiva no final do ano passado, e a guardei para publicar no blog no primeiro domingo do ano, só para não contrariar a tradição. Mas, eis que, entre a escrita do texto e a publicação andei pondo a leitura de blogs em dia e acabei lendo muitas retrospectivas. Tantas – mas tantas! – que acabei enjoando da minha própria.

Desisti da retrospectiva.

Contudo não desisti da lista.

Vou aproveitar o espaço para contar algumas coisas sobre mim:

– Nunca acordo de mau-humor, acho acordar de mau-humor extremamente deselegante;
– Adoro andar à pé. Sinto um prazer quase indecente em caminhar;
– Sou abstemia a álcool há 11 anos por escolha pessoal, não por motivo religioso. Simplesmente gosto de me integrar ao mundo com os sentidos íntegros;
– Uso sacolas de pano para fazer compras no supermercado, sou a única no supermercado que frequento que faz isso. Uma pena!;
– Não bebo refrigerantes, o sabor é ruim e fazem mal. Não sinto falta;
– Adoro dar aulas – ensinar é uma forma de compartilhar, aprender e, principalmente, tocar pessoas;
– Há alguns meses, deixei de tomar café por conselho da nutricionista. Seu cheiro continua sendo extremamente sedutor. Resisto, mas ainda sinto falta;
– Tenho uma gargalhada engraçada, estranha. É um defeito que virou qualidade: com meu riso faço as pessoas rirem;
– Onde vou levo comigo uma garrafa d’água. Meus amigos consideram este ato uma das minhas marcas registradas. Eu o considero vital: viver me deixa sedenta;
– Outra coisa que costumo levar sempre comigo é um livro. Um livro é um bom alibi;
– Sinto uma grande gratidão por estar viva.

Feliz 2011 a todos!

2 respostas para Sobre mim ou uma não retrospectiva de 2010

  1. Apesar de eu concordar com um escritor (acho que o famoso LF Verissimo) que o álcool pode servir como lubrificante social e eu adorar guaraná, adorei essa lista.
    E concordo que o cheiro de café é muito sedutor, principalmente o do espresso: nem tomo espresso, mas quando sinto o cheiro fico num outro estado de ânimo, é automático!

    A coisa do livro me lembrou que um sujeito (não lembro quem, era famoso e etc, mas me falha a memória…) nos tempos da 2ª Guerra Mundial, nazismo vivo e forte, carregava livros pra lá e pra cá só pra não ter que fazer a saudação nazista quando passasse por algum soldado de Hitler ou congênero. Estratégia inteligente!

    PS: pesquisei aqui rapidinho no São Google: era o físico Max von Laue que fazia isso.

  2. Lisa Alves disse:

    Feliz Ano Novo, Marcela! é meio cliche, mas quando eu crescer quero ser igual a você!

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