Inconsistente

novembro 17, 2008

Já contei nos dedos quantas horas precisei esperar e quantas frases já quis escrever – enfim, um trabalho vão e interminável. Tão interminável quanto a Biblioteca infinita de Borges, tão desnecessário como nenhum livro jamais foi capaz de ser.

Hoje acordei assim: sem sentido, tentando nomear o inominável, fazer o Sol gelar e o preconceito aceitar – tentando fazer da internet um confiável confidente.

Tudo porque me faltou inspiração, conceito, síntese, amor… enfim: a dose certa de café.

Enquanto tomo chá, destilo palavras inconsistentes para você lembrar de mim.

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