A Vovó Mimi é uma daquelas pessoas que vale a pena conhecer e trocar um dedinho de conversa. Ela não fala muito, apesar de não se furtar a dar ordens quando precisa e conselhos quando acha necessário.
Conversando com ela ouvi uma dessas histórias.
Uma pessoa da família andava bastante agressiva e vovó, incomodada com a situação, disse que ela deveria cantar. Cantar o tempo todo: ir para o trabalho cantando, tomar banho cantando, fazer o serviço de casa cantando. Se não pudesse cantar alto, que cantasse baixinho, em pensamento. O importante era não ficar pensando em coisas ruins.
Agora você já sabe: se estiver se sentindo mal, chateado com alguma coisa, de mal com alguém: cante.
Cantar não depende de religião, dinheiro ou espaço. Nem de voz precisa: cantemos em pensamento.
Viver pode ser muito melhor.
Cante, esse foi o conselho da Vovó.
A vó do Raul só dizia pra ele sair sem se molhar… =P
Acho que o conselho da Mini é mais prático!
Verdade! O meu pai cantava essa música do Raul para mim quando era criança. Até o dia em que com 5 anos, eu perguntei como assim quem não tem colirio usa óculos escuro? Acho que traumatizei meu pai… rs
“Eu canto porque o instante existe e minha vida está completa”.
Agora com esse conselho, cantarei até no vazio da minha existência.
Cantar faz bem mesmo, Lisa, e é tão bom!