Microcontos campeiros
* Estalos na tapera, susto do tropeiro. Noturno, o gato passeia.
* Todo dia, na pausa do mate, Rubio conclui: saudade virou bebida.
* Pedi: “Negrinho do Pastoreio, encontres meu coração!”. Achei-te.
* De cuia na mão, João até sente o Minuano, louco, no centro do Rio.
* Uma milonga apenas e a prenda fugidia volta ao sabor do mate.
* Faca no chão, silêncio no pago: o luto é por Martín Fierro.
Outubro 23, 2007 às 7:13 pm |
Isso me lembra os pampas guarapuavanos,
heheh, abraço!
Outubro 24, 2007 às 3:33 am |
Hummmm adorei o terceiro!
Beijos!
Outubro 24, 2007 às 1:52 pm |
Gostei tanto que gostaria de fazer uma outra versão, brincando com as palavras mantendo o conteúdo e homenageando sua iniciativa. Lá vai:
“Todo dia na pausa do café, Eva conclui: saudade virou bebida.”
Peço desculpas pelo plágio, mas ficou tão bonito o original que resolvi fazê-lo.
Beijos.
Outubro 27, 2007 às 12:46 pm |
eu percebi q nao sei fazer isso oO
Tá lindo Mar!
Outubro 28, 2007 às 4:35 pm |
Mandou bem menina! Assim como nos HaiKai (que tinha comentado anteriormente). Beijos!
Outubro 28, 2007 às 7:47 pm |
Parece-me que você gostou mesmo dessa história de microcontos…
Lanço-te um desafio: Traduza num microconto a historinha que eu estou contando no meu último post feito, o do dia 28/10.
Topa?
Outubro 29, 2007 às 3:15 pm |
Saudade e bebida… há um pouco de lógica.
Outubro 31, 2007 às 1:38 pm |
Esses seus microcontos são ÓTIMOS!
Você está se tornando mestre neles. Parabéns.
Carpe Diem.